Mudar para não mudar

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Eu vivo de refúgios
Colorindo dores
Destruindo pressupostos
E disseminando valores

Da boca a fora
Mudamos
Para não mudar
Evoluímos
Para estagnar
No nada
No não puro
No não pleno

Eu vivo
Desconstruindo pensamentos
Desmoronando conhecimentos
Para saber nossos erros
De sempre
Em frente
Ao retrocesso

Da boca a fora
Mudamos
Para não mudar
Evoluímos
Para estagnar
No nada
No não puro
No não pleno

Vivo descrendo em mitos
Contestando os dados
Urinando nos fatos
Tentando mudar
Para transformar
Reflexões em atos
Sentimentos em realidade
Construções em ilusões
Sabedoria em vida
Social em mentira

Mudamos
Para não mudar
Evoluímos
Para estagnar
No mesmo...



Sobre fazer mudanças e ver, que na verdade, não mudou. Sobre não mudar e achar que mudou. Contudo, também, sobre mudar e destruir as amarras que dizem serem as certas. Sobre ser você mesmo, sem o etnocentrismo imposto pelo social...

It’s evolution, baby!

Não me defina

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  O imprevisível definido com psicologia barata. O mistério desiludido sem fadas. O x resolvido à derivada. A nuvem guardada por dentro da garrafa. Tanta coisa desmembrada em nada.

  Não sou um livro, sou uma enciclopédia. Não sou meu ego, não sou socialmente repressor. Não sou pseudo, eu sou um amor.

  Não me toque com seu doce nada. Não me minta com seu conhecimento de fila de supermercado. Não me defina com sua psicologia barata. Não sou o que pensas, não sou o que achas quem sou, porque, eu apenas sou o que me sinto e sei ser.



You know nothing, Jon Snow.
GoT

Putrid Love

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Beije-me forte
Antes que eu te mande pro inferno
Beije-me fraco
Antes de ir à merda

Havia amor, em mim
Havia dor, aqui
Havia vida, por mim
Nojento

Você me dá náusea
Não é animal
Não é nada!

Cuspiu na minha boca e dormiu na minha cama 
Tendo estado ao mesmo tempo em outras

Diz que há algo e me faz um afago
Seu amor é plástico
Sua flor de plástico

Você não passa de nada
Chega!
Eu não sou mais seu passatempo preferido
Vá!

Tenho escolha, sou determinado
Não sou um escravo da sua podridão
Do seu amor pútrido

Não te quero mais
Nunca quis alguém sujo
Você fede e eu vomito.

Não me toque
Não me beije
Não diga meu nome
Não apareça
Não brilhe
Não minta
Não quero seu amor pútrido

Apenas corra
Pra longe de mim
Kiss me hard
Before I send you to hell
Kiss me weak
Before you going to shit

There was love, in me
There was pain, here
There was life, for me
Disgusting

You give me nausea
Is not an animal
It’s nothing!

Spited in my mouth and slept in my bed
Having been at the same time in others

Says there is something and make me a cuddle Your love is a plastic
Your plastic flower

You’re just nothing
Enough!
I'm not more your favorite pastime
Go!

I have a choice, I am determined
I'm not a slave to his rot
Of its putrid love

I do not want you anymore
Never wanted someone dirty
You stink and I vomit.

Don’t touch me
Don’t Kiss me
Dont’ say my name
Not appear
Not shine
Don’t lie
I do not want your putrid love

Just run
Away from me

Vivo e dolorido

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  E eu tento mentir-me e falto com a coragem de me ser. Destruo meu jus no próprio destom de não veranear o que digo. Consigo ser meu próprio maluco e transcorrer minha própria beleza sentida no ralo do desassossego do não feito. Desapego de tudo apegando-se na penumbra, no vazio, na solidão que me deixa sorrir a fel da alegria não sentida. A felicidade vive dolorida por criações desnecessárias numa simbiose ímpar do não relevante e do importante. 

  Blindado, desmatado por dentro. Mascarado, desmoronado no peito. Frio, sensível ao vento. Sem sorrisos, mas colorido por sentimentos. Retalhado, mas jamais descompassado. Vivido e dolorido. Mentido e desiludido. Vagando por farsas estatutárias, por veneno antigo, por retrocesso em tempo cronologicamente evolutivo, por nada querendo ser tudo. 

  Uma alusão há ser sabida, uma difusão há desconstrução de correntes pútridas de linhagens de pensamentos murrinhas, um confronto intrínseco por saber nada de si, uma mistificação trabalhada na desilusão querida mas não vivida, uma dor que se vive por apenas viver e dorme por apenas estar fadada à isso. Algo que não sabe nada sobre viver e que “vive” dizendo que vida é x ou y, que desvive e fuzila sua própria essência em repressão social e acha que é vida. Uma dor que cega todos, que vive dos outros, que machuca a si própria e que vive conceituando vida como algo que tem que ter formato. Um nada querendo ser tudo, um natural dito não normal, uma mentira dita verdade e uma revolução intrínseca por querer ser um idiota e viver na “normalidade”.
  
Eu estive esperando por um longo tempo
Esse momento chegar
Estou destinado
A nada... Mesmo.
...
Ninguém pode me tocar agora
Eu não posso voltar atrás
É muito tarde, pronto ou não

Eu estou mais perto que
Eu nunca saberia...
Acorde!
Green Day, Waiting


Esse texto é sobre não ser alienado e querer e não ser. É uma luta interna e externa, uma confusão, uma balbúrdia própria que respinga em tudo. Uma revolução íntima que grita o importante, mas um pingo de querer voltar atrás. É algo que é despertado de dentro, que não tem volta, que só vai... Que acorda.

Faltei-me - Missed me

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Faltei comigo
Me feri
Sozinho
Desgraçado na minha própria
Vergonha

Faltei comigo
Sendo o que me creio
Não ser
Sozinho
Destruindo a construção do meu
Sentido

Faltei comigo
Cuspindo na minha dor própria
Sozinho
Depenando as pétalas do meu
Sentimento

Faltei-me
Exagerando-me
Em nada
Sonhando-me
Em círculos
Vomitando
Na minha própria
Prisão

Queria acreditar
Em anjos
E ser, nada mais
Que um cego
No meu próprio
Vazio

Faltei-me
Exagerando-me
Em nada
Sonhando-me
Em círculos
Vomitando
Na minha própria
Prisão

Queria ser pseudo-amor
Grudado na superfície
Da ilusão
Amando meu próprio
Furacão sem vento

Faltei-me
Exagerando-me
Em nada
Sonhando-me
Em círculos
Vomitando
Na minha própria
Prisão

Queria ser pseudo-tudo
Uma mentira
Tão grande quanto
A humanidade
Unido no mantra
Pútrido de cada dia
E na oração pregada
Em pecados falsos
Em sorrisos macabros

Faltei-me
Exagerando-me
Em nada
Sonhando-me
Em círculos

Queria acreditar
Em dragões
E ser um homem melhor
Que um desejo
No meu próprio
Sentimento

Queria ser pseudo-amor
Grudado na superfície
Da ilusão
Amando meu próprio
Furacão sem vento

Queria ser pseudo-tudo
Um normal
Uma mentira
Tão grande quanto
A humanidade
Unido no mantra
Pútrido de cada dia
E na oração pregada
Em pecados falsos
Em sorrisos macabros

Um mentiroso
Unido com o desimportante
Importante
Por de trás da máscara
Por de trás do dito não feito

Faltei-me
Exagerando-me
Em nada
Sonhando-me
Apenas sonhando
Na consciência da consequência
Fazendo viver

Florescido...
Missed with me
Hurt me
Alone
Wretched in my own
Shame

Missed with me
Being what I believe
Is not be
Alone
Destroying the construction of my
Sense

Missed with me
Spitting in my own pain
Alone
Plucking the petals of my
Feeling

Missed me
Exaggerating me
In nothing
Dreaming me
In circles
Vomiting
In my own
Prison

I wanted to believe
In angels
And be nothing more
That a blind
In my own
Void

Missed me
Exaggerating me
In nothing
Dreaming me
In circles
Vomiting
In my own
Prison

Wanted to be pseudo-love
Stucked to the surface
Of the illusion
Loving my own
Hurricane windless

Missed me
Exaggerating me
In nothing
Dreaming me
In circles
Vomiting
In my own
Prison

I wanted to be pseudo-everything
A lie
As large as
The humanity
Kingdom in the mantra
Putrid of each day
And in prayer preached
In sins false
In smiles macabre

Missed me
Exaggerating me
In nothing
Dreaming me
In circles

I wanted to believe
In dragons
And be a better man
That a wish
In my own
Feeling

Wanted to be pseudo-love
Stucked to the surface
Of the illusion
Loving my own
Hurricane windless

I wanted to be pseudo-everything
A normal
A lie
As large as
The humanity
Kingdom in the mantra
Putrid of each day
And in prayer preached
In sins false
In smiles macabre

A liar
Kingdom with the unimportant
Important
Behind the mask
Behind the said not done

Missed me
Exaggerating me
In nothing
Dreaming me
Just dreaming
In the consciousness of the result
Doing live

Flowered…



Esta poesia musical retrata uma luta interna de alguém que tem tantos sonhos e que sabe que eles não são sadios. Mostra uma ideia de estar preso no seu próprio nada, na sua própria prisão e faltar em se viver de modo consciente e agora, sabendo então que por tudo que está “vivendo” na verdade é o seu “não viver”, até enfim florescer... Desapegar... E também, traz ao longo das linhas sentidos amplos de interpretações como viver cego e não viver, ser normal com o social e não natural, logo um mentiroso vendo o desimportante como importante e vai-e-vem... Muitas coisas :)

Amor é amor

3 Stars
  Amor é amor e não vejo mais nada senão o amor de amar. Amar é deixar-se levar ao amor e não o oficializar com status forçado, o amor é seguro. Deixar-se levar é amar o que natural ir-se-á construído. Natural é deixar ser, deixar estar, deixar amar o amor e disseminá-lo. Amar não é criar, pois é evoluir e evoluir é ter vida. Amor é a vida e viver é amar, por esta, não vejo qualquer outra razão diferente que não me prenda a amar o amor como ele é.

  O amor é amor, imaterial, subjetivo e seguramente abstrato. É onipresente, onisciente, oni-qualquer-coisa. O amor é dor, sentimento e felicidade. Amar não é cultivá-lo, mas sim, disseminá-lo por voltas todas que pudermos nos dar. Amor, não olha a quem, não olha o rótulo do produto ou sua marca, se é fabricado no ocidente ou no oriente, se tem melanina ou não, se é macho ou fêmea, se é rico ou pobre, gordo ou magro; o amor não olha, ele sente e, sentir é inerente ao material, pois é natural.



“Amar deve ser tão natural quanto viver e respirar” 
Madre Teresa de Calcutá

Ser não sendo - Be not being

2 Stars
Adoro esta vida
De ser infeliz
E procurar uma fuga numa luz ordinária
Adoro esta vida
De ser amassado
Por uma realidade cruel que me exige o superficial

Amo esta vida de ser
Ser e não ser nada
De estar e se deixar 
Levar para lugar nenhum

Amo esta dor de sentir
O não sentido na própria pele
Aliás, sentir é mentir
A própria dor
Insignificante

Adoro esta doutrina teatral
De não ser quem sou
E cuspir no não eu
Para ser destinado
No que creiam ser o melhor para mim

Amo esta vida de ser
Ser e não ser nada
De estar e se deixar
Levar para lugar nenhum

Liberdade, natureza
Profundidade, desapego
Respeito e amor
É a única oração
Da divindade não personalizada
E da felicidade jamais contestada

Amo esta vida de ser
Ser e não ser nada
De estar e se deixar
Levar para lugar nenhum

Liberdade, natureza
Profundidade, desapego
Respeito e amor
É a única oração
Da divindade não personalizada
E da felicidade jamais contestada

Amo esta vida de ser
Ser e não ser nada
De estar e se deixar
Levar para lugar nenhum

Ser não sendo
Estar não estando
Florescendo livremente
O sorriso da felicidade
I like this life
Of be unhappy
And look for a leak in ordinary light
I like this life
Of be crushed
By a cruel reality that requires me the superficial 

I love this life of be
Be and don't be anything
Being and let
Carried away to nowhere

Love this pain to feel
The not sensed in their own skin
Moreover, to feel is to lie
The own pain
Insignificant

I like this theatrical doctrine
Not be who I am
And to spit on the not me
To be designed
In believe to be the best for me.

I love this life of be
Be and don't be anything
Being and let
Carried away to nowhere

Freedom, nature
Profundity, detachment
Respect and love
Is the only prayer
Of deity does not personalized
And of the happiness never contested

I love this life of be
Be and don't be anything
Being and let
Carried away to nowhere

Freedom, nature
Profundity, detachment
Respect and love
Is the only prayer
Of deity does not personalized
And of the happiness never contested

I love this life of be
Be and don't be anything
Being and let
Carried away to nowhere

Be not being
Be not being
Blooming freely
The smile of happiness



Essa poesia musical trata de você ser quem é e não ser quem acham que você deveria ser. É sobre florescer e se desprender das ironias da vida que pedem e exijam que você seja de um jeito. É um apelo à felicidade, à liberdade, ao que realmente importa... Gostaria que Lady Gaga cantasse, pois ela realmente faz da felicidade e da liberdade uma oração.

Cego não mais - Blind no more

2 Stars
Já vi o mundo por vários versos
E sei que este não
Completa o que carrego
Não é contra minha vontade
A felicidade ser inatividade

Caminhei no vento
E soquei o vazio
Não é a felicidade
Que move
É o desejo que espreita
Expectativas e blinda
À existência do que não importa

Vi o mundo por várias dores
Mas não curei
Meus próprios pesares
Que me prendiam nós
Num sentimento de algo maior

Caminhei no vento
E soquei o vazio
Não é a felicidade
Que move
É o desejo que espreita
Expectativas e blinda
À existência do que não importa

Esvaziei a realidade objetiva
Meu querer inexistiu no meu ser

Caminhei no vento
E soquei o vazio
Não é a felicidade
Que move
É o desejo que espreita
Expectativas e blinda
À existência do que não importa

Desfiz as malas da expedição
Da procura do preenchimento
E completei, eu em mim.

Caminhei no vento
E soquei o vazio
Não é a felicidade
Que move
É o desejo que espreita
Expectativas e blinda
À existência do que não importa

Saí da normalidade
E fui
Viver na plenitude
No desencadeio do surreal ao nosso paradigma social
E vi, além da materialidade...

Caminhei no vento
E soquei o vazio
Não é a felicidade
Que move
É o desejo que espreita
Expectativas e blinda
À existência do que não importa

Aprofunde... Aprofundei...
Aprofundado...
Machucado e salvado...
Meu sonho não é nada senão desabrochar
Meu gosto não é nada senão amar

Saí da normalidade
E fui
Viver na plenitude
No desencadeio do surreal ao nosso paradigma social
E vi, além da materialidade...

Aprofunde... Aprofundei...
Aprofundado...
Machucado e salvado...
Meu sonho não é nada senão desabrochar
Meu gosto não é nada senão amar
I've seen the world for several verses
And I know this don't
Complete what I carry
It's not against my will
The happiness be inactivity

I walked in the wind
And punched the void
Is not happiness
That move
Is the desire lurking
Expectations and shields
For the existence of no matter

I saw the world for several pains
But not cured
My own regrets
That arrested me knots
A feeling of something bigger

I walked in the wind
And punched the void
Is not happiness
That move
Is the desire lurking
Expectations and shields
For the existence of no matter

Emptied the objective reality
My wanting not existed to be in my be

I walked in the wind
And punched the void
Is not happiness
That move
Is the desire lurking
Expectations and shields
For the existence of no matter

Unpacked the baggage of the expedition
From search of the filling
And complete me, I in myself.

I walked in the wind
And punched the void
Is not happiness
That move
Is the desire lurking
Expectations and shields
For the existence of no matter


I left the normality
And went
To live in the fullness
In the initiate surreal of our social paradigm
And saw, beyond the materiality...

I walked in the wind
And punched the void
Is not happiness
That move
Is the desire lurking
Expectations and shields
For the existence of no matter

Deepens... I delved...
Deepened...
Bruised and saved...
My dream is nothing but bloom
My taste is nothing but love


I left the normality
And went
To live in the fullness
In the initiate surreal of our social paradigm
And saw, beyond the materiality...

Deepens... I delved...
Deepened...
Bruised and saved...
My dream is nothing but bloom
My taste is nothing but love



Vontade de escrever poesia e deixar levar... 
Queria muito que se tornasse uma música e Florence cantasse

Quebrado, mas jamais desacreditado

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  Rasguei todas as homenagens que me estavam vivas por dentro, trazendo meu ser dolorido de volta ao meu mundo. Não, não me foi possível tocar-te de modo profundo, só espero que tenha sabido o quanto pleno fui ao que te disse e verdadeiro no que me tentei viver para contigo. Dissipei-me por dentro deslaçando os nós cegos de ti com tesouras de sentimento cortado, doeu-me, mas já me é acostumado machucado estar. Contudo, nem assim paro de acreditar.

  Quebraste minha perspectiva de sorriso transcender no teu peito, tentei tocar-te e caí. Falhei-me em te mostrar que por detrás da máscara da aparência há muito mais torpor em amar, ou melhor, é o verdadeiro amor. Segui tudo que me pude tentando focar-te no especial de uma relação a dois: conversei, me importei, fui atrás, marquei, abracei, fui verdadeiro, acreditei, beijei, suportei e tentei fazer-te apegar no que me tira o fôlego em acreditar que exista. Não deu.

  Amor, só sei-me que de ti tentei emergir o melhor para transferir ao outro, quebrei. Por detrás do iceberg sempre há uma história bonita como o Titanic e, é nisso que me sou e acredito. Acabou, estou quebrado e engolfado novamente com o que me sinto e faço transparecer. Esse sentimento tão pleno de sentir algo bom e eternamente encantador que não me faz superficial e muito menos desacreditar não parará de pulsar no meu peito sonhador... Quebrado, estou mais uma vez, mas cada vez mais o retalho caído encaixa-se no meu íntimo aumentando minha força e minha fé. Quebrado, mas jamais desacreditado. Há um amor para o meu encalço, eu sei que há.



He still stands.
And he still gives his love, he just gives it away
The love he receives is the love that is saved
And sometimes is seen a strange spot in the sky
A human being that was given to fly
Given To Fly, Pearl Jam

You make me feel my love

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  Tu chegaste e balançaste uma vida já morna e indiferente, fez com que me encontrasse diante da realidade superficial desse mundo pouco sentido e funcional. Trouxera-me de volta o que já havia sido guardado e esquecido pela rotinização de decepções. Teu brilho fez-me sentir novamente como é bom ser, viver e acreditar que exista sempre um amor pra recomeçar...

  Quero romancear com você sem perder quem realmente sou, quero-te tanto te mostrar o quão bom posso ser pra ti e, consequentemente, pra nós. Quero mostrar que posso te cuidar e te amar com meu modo “incondicionalmente” de pensar, acreditar e ser... Quero você.

  Meu eu já está somando com o teu, como o pingo que completa o i. Já posso abraçar-te e mostrar o que quero que sinta e o que me sinto já para contigo. Mas, ainda sinto que teu peito não está aberto para que eu possa pousar essa nave pesada de carga de bons sentimentos, contudo sei que nos estamos melhorando para nos complementarmos.

  De algum modo o que tu me faz sentir já fez meu íntimo despertar um romance único e especial, onde o sentimento que domina é sempre de querer fazer o melhor e saber o que se passa contigo... Quero ser parte do teu sorriso e da tua felicidade. Quero ser teu ponto de equilíbrio e carregar todas as tuas dores e inseguranças. Quero ser tua fonte de liberdade e viver com teu sentimento verdadeiro de amor. Quero você, incondicionalmente o que me fez sentir e o que me fez recomeçar. Quero amor e te amar...



Te desafio a deixar-me ser seu, o verdadeiro e único
Prometo que sou merecedor do teu abraço
Por isso me dê uma chance!
Para provar que eu sou o único que pode fazer essa caminhada...
One and only, Adele…

Release me

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  Uma escravidão é feita em plena atualidade por coerção em troca de mentiras, denegrindo a felicidade e trazendo algo que já se é desacreditado... Não me sei mais o que é ser eu e nisto, estou preso por diversidades serem portas trancafiadas por mentes rochosas e ideologias furadas. Irônico é encontrar-me apenas nas redomas que não contemplam onde resido. Mas, de algum modo ainda tento lembrar-me de quem sou... Ah, é difícil ser algo que não somos ou que queiram que nos tornemos...

  I was born this way. Não escolhi ser vivo e viver assim: machucando-me e me carregando cruzes de moldes robóticos padronizados que me querem que eu seja. Queria que vissem que sou além de tudo: meu, eu, como queiram, um ser, com vida, própria... E de pensamentos, escolhas, jeitos, gostos, coisas diferentes e não um “hamster na caixinha” que só anda na rodinha e tem sua vida vivida pelos “donos”. Sou-me mais do que se estagna nessa visão cega que delineia passos que me deveriam ser incertos. Tenho voz, pertenço-me.

  Queria somente respirar mais uma vez sendo quem sei quem sou. Não sou de ninguém. Queria apenas ser somente eu sem as barreiras de controles. Não sou um fantoche. Queria ser livre e voar nas dores que me chamam e nos sorrisos que me encantam. Não sou quem querem que me torne. Queria ser mais uma vez ar e, respirar-me o que de mim perdeu-se em rancor. Queria, quero ser, eu.



Oh, dear dad can you see me now?
I am myself like you somehow.
I'll ride the wave where it takes me.
I'll hold the pain. Release me.
Pearl Jam - Release

Uma expectativa que virou decepção

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  Esperei... E criei o tipo ideal que queria a mim. Especulei expectativas fictícias que te trancafiavam no que me almejava por junto. Desenvolvi a perfeição dos fatos ou do sentimento que preponderava a minha realidade, sonhando-me cada vez mais com algo abstrato que queria que me fosse concreto, realmente tocável. Dei-me, então, de ombros com imperfeições tornando-te o esmo necessário para as engrenagens de um singelo e bonito ato de sorrir do meu dia a dia.

  Mas, logo mudou. Depositei-te por inteiro uma dor que não podes carregar. Sonhei transformando-te no ideal que só via a mim, mas te excluía os princípios de também ser alguém de escolhas e sentimentos. Esperei demais algo que não me podes dar.

   Minha expectativa tornou-se decepção, pois o que já tinha e tenho para ser oferecido sobrepõe à realidade do sentido e mergulha-se profundamente no íntimo, assim, meu vazio é impreenchível. E, o que espero sempre se fez uma utopia que me trouxe sorriso por junto duma incerteza que se desenvolve após em dor. Todavia, o que fiz e o que faço é apenas ser eu, doído e de profundos sentimentos que não cabem em braços, mas sim, num peito.

  Contudo, aprendi que esperar e desejar demais pode criar-nos uma decepção (nem tudo é como queremos). O ideal é deixar-nos viver e nos entregarmos aos poucos, intimamente preenchendo-se...



Esperar muito de alguém pode nos decepcionar,
mas pior que se decepcionar é não aprender e não tentar viver
outras expectativas que nos tragam esperanças do amor.

Um novo horizonte chamado você

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  Chegou, conversou, conquistou e abalou. Fiquei-me sem ar e norte, sem eira nem beira. Carente, te senti em mim como um novo horizonte que resolvia a equação da minha dor. Sofri calado no sufocamento que me dei deixando-te sem ar, pois já não me sentia há muito tempo algo diferente da tristeza pesada de sentimentos não correspondidos ou destruídos por outrem. Quis sorrir e...

  Sorri-me ao ver-te no encalço que me desestruturou o rumo do andar em círculos. Já não me sabia mais o que era sentir-se bem, e logo, seu horizonte corou meu peito já fadigado. Doeram-me dores de amar e de dúvidas, mas tudo se fez harmônico para que em tão pouco tempo eu houvesse envolvido, balançado e aberto para a chegada do teu “eu”. Este “eu” que me começara a vir à tona dentro das coisas vividas por detrás de nossos papos. Conhecer-te mais me fez dor: de amar e de ser feliz. Trouxe-me um novo horizonte de possibilidades, uma nova dor e um novo querer. Um horizonte chamado você.


“Liberdade de voar num horizonte qualquer, 
liberdade de pousar onde o coração quiser” 
Cecília Meireles                   
Só isso que quero                 

Casei com a dor

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  Casei com a dor e incrivelmente ela me machucou, sofri, amei sofrer e logo me dei importância a tudo que se envolvia no meu contorno débil de sentir... Aprofundei-me, no íntimo intrínseco de que sentir, nada mais é do que se automutilar na dor alheia e sensibilizar sentidos jamais vivenciados na própria pele.

  Coloquei-me na colocação primeira e na última, e a única pergunta que me brindei fora: “O que importa?”. E é isso, “o que importa” quando o outro sente algo; “o que importa” quando animais são maltratados; “o que importa” quando vemos um governo corrupto; “o que importa” quando há hospitais inacessíveis por sua desqualificação e indisponibilidade ambiental; o que importa?

  A dor, a única fonte de energia onipresente que nos temos nesse meio miseravelmente bom, que é sentir. É complexo dizer que gosto da dor, mas a sentir já é por si só suficientemente inexplicável. Só penso em ajudar tamanha demanda sofrida alheia que me vem, contudo ainda não tendo a fórmula perfeita do “país das maravilhas”, contento-me a ir até onde dou conta; calado, sozinho e ajudando...



“O homem que não conhece a dor, não conhece a ternura da humanidade”
Jean-Jacques Rousseau

A jardinagem do Amor

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  Sou um vaso de vidro nu que procura a tua areia para se aconchegar como colo, suportando dores nem sentidas e plantando amores com sementes em forma de sorriso. Sei que hoje em dia a jardinagem não está em alta, mas mantenho o peito aberto à espera... (há de melhorar)... Talvez me seja ainda regado pelo perfume inimaginável do teu abraço e, mesmo que difícil, simplesmente se permita que me faça vista na varanda da tua vida, aliás, sou a muda do nosso amor, dos nossos olhares, dos nossos carinhos mais secretos e intocavelmente sentidos... Ah, ainda hei de te tocar o peito e semearemos a muda crescente que hoje se chama Amor, transformando-a em nós e somente isso emergirá do “tempo” que nos temos, eu sinto... Pois uma muda só precisa de um espaço para começar a preencher, de uma chance para experimentar carinho e o fazer brotar frutos de “tempo já esperado”, crescendo com caricias tuas... Amando teus cuidados. Uma muda só precisa de amor...



Rega-me com o teu abraço!

Querendo completar com os porquês...

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  Já me sofri o bastante a me ver no estado de querer e não ser querido. Sinto falta de carinho, de amar, de dar e cultivar estes sentimentos; mas quão é difícil para você completar-me?

  Andei o bastante e por isto já basta, só queria a volta dos sentimentos que quero transmitir a você, mas é tão difícil assim me querer?

  É, devo ser uma criatura muito não amável, para todas as fantasias acabarem em palavras de dor. Quem sabe eu não esteja pronto para amar; quem sabe você não me mereça; quem sabe não deixemos as diferenças e tentemos... Todos têm esta vontade de ficar completos, mas por que não vamos?

  Por que estou querendo completar com você e não me pode enxergar? Eu sinto que você quer alguém, mas o alcance é sempre longínquo... Por quê?



Por que não tentar?
Pode gostar!

Tratei de te contar

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  Escondi-me por tempos o que me trancava na garganta. Procurei não avivar o que palpitava peito adentro, mas o fulo tentar de alguém que sente é como derrubar muros com cabeçadas: a dor fica e nada acontece...

  Procurei manter-me igual aos anos todos: mudo; contudo o peito gritou por liberdade... Aliás, que tão ruim pode ser gostar de alguém?

  Travei-me à porta que te queria e me tentei deixando-a fechada até agora, porém todo o torpor tornou-se dor e dela, nada mais segurei. Apenas procurei não gostar de ti, abafando o que me fora sentido... Até agora, pois tratei de te contar.



Quando sabemos que uma pessoa gosta de tal maneira da gente e mesmo que na nossa cabeça seja inviável ser atraído por ela, nós devemos tentar dar uma chance à sorte, pois nem sempre encontraremos uma pessoa que nos goste desta forma.

Dado à dor

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  Prendi-me por todo este tempo nesse seu jeito de ser, a realidade não me conquistou a ponto da desilusão e assim o meu “não” fora controlado pela sua magia. Peça-me o que fores que lhe darei em dobro, meu coração jamais completo será sem antes sangrar por suas mãos e eu, não devo ser sensato o bastante para me desviar deste olhar que me hipnotiza...

  Devore-me na dor, iluda-me, agrida-me por dentro. Aliás, eu mereço por sentir-me assim, eu mereço por acreditar, eu mereço por amar. Machuque-me, despedace cada sentimento que me tenho e beba desta minha doce decadência. Não sou mais eu, não sou mais ninguém, sou apenas do modo ao qual você me vê. Sou dor, sou sofrido e não sou bom o bastante para ser amado, não é? Eu sei.

  Apenas derrame realidade sobre minha cabeça e me diga o quão bom terei de ser para amado ser, porque não consigo negar você, não consigo negar em mim, não consigo e não quero. Apenas fale como ser bom o bastante, pois disposto estou a enfrentar tudo. Estou dado à dor, dado a você.



Shouldn't let you torture me so sweetly
Now I can't let go of this dream
I can't breath but I feel good enough
I feel good enough for you
Evanescence, Good Enough

O que sinto?

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  Já não é doído o não sentido da razão de uma paixão, já não é sentida a estranha dor de uma solidão. O que sinto? Já me é menos indolor do que a correspondência de um amor não seguido... Pois sim, por mais que se inspire a vontade de tentar recompor o que está despedaçado, as fagulhas do peito desacreditado já não se restauram mais com remendos e gemem uma dor indolor, mas, onipresente...

  O que sinto já não me faz jus nas linhas, tampouco hei também de saber o sentido. E, novamente o que não dói senão o nada que meus sentimentos criam-se aos demais? É, uma culpa sem fim que me corrói o âmago já vago e sensível. Quem vê, apenas sabe que é mais um dia de utopias descartáveis no ralo. O que sinto senão mais lamentação ao peito? O que sinto senão você, senão perdas, senão derrotas, senão impotência... O que sinto?



Solidão, pois é apenas uma reflexão... 

Eu tentei não amar você

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  Eu tentei voar, mas os sonhos não deixaram as asas baterem e a realidade não me fora fiel com o desapego. Eu tentei você, ter-lhe no coração as mãos atadas na paixão de algo que me sempre almejei, mas não fora possível no seu entender. Eu tentei fazer, mas desisti nas dificuldades que lhe faziam invulnerável a mim, sofri...

  Eu tentei dizer as palavras dóceis dos meus mais fieis sentimentos, mas você ouviu e não progrediu na minha utopia... Eu tentei não amar você, mesmo sabendo que era a minha querência, mas não consegui afastar-me de você nem mesmo nos sonhos de sentidos mais desconexos possíveis. Eu tentei – acima de tudo – te esquecer, porém, até agora, não me sei o que fora escrito neste papel... Eu... Tentei... Você...



*aaahn*
Suspiro do coração já cansado de tentar desistir

Da escola à faculdade

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  Eu, assim como vários colegas meus da época escolar do Ildo (4ª série até 3º ano do ensino médio), sempre tivemos um senso muito critico para com as coisas que aconteciam no nosso meio estudantil. Cobrávamos professores, conversávamos e buscávamos o entendimento juntos daquilo estudado (quando não batia o cansaço é claro). Contudo, o que eu achava ainda melhor, eram as perguntas e os debates que às vezes tínhamos em determinada matéria; isso fazia cada vez mais que fossemos um grupo consistente e amigo, apesar das desavenças.

  Tenho só que agradecer pelas amizades que fiz nesta escola, pois sem dúvidas, elas trouxeram-me até aqui. Então, digo e repito: “Amigo é aquele que te dá forças para lutar mesmo quando estás cansado”. E, muito me cansei de ir para aulas que há anos eram iguais (repetidas, tediosas), de ir à escola e infelizmente não ter aula... Enfim, fui algumas vezes relapso com meu estudo, preguiçoso, deixava as coisas para o amanhã e não fazia, mas nada que alguns professores e meus amigos não me pudessem puxar as orelhas e me travar novamente no caminho certo de não relaxar nos estudos. Aliás, todos cansamos.

  Bem, tive professores que realmente não gostei, em nenhuma hipótese, tanto se tratando do estilo de lecionar, quanto qualquer outro tratamento relativo para com escola e aluno. Mas outros (a maioria), foram realmente grandes docentes e amigos perante esse tempo, motivaram-me a não relaxar, falavam do bimestre acabando e que eu tinha que estudar e se eu precisasse de ajuda, estariam ali. Esses professores, sem dúvidas merecem um destaque: Fabiana, Andréia, Olga, Célia, Judit, Roseli, Wali, Átila, Jorge Leão, Elza, Ieda, Tanise, Ana Maria...

  Bom, num todo o corpo docente que me fez adentrar a faculdade, é especial. Cada um da sua maneira, mas são. Pois hoje e sempre sentirei saudades das nossas aulas, conversas, risadas, brincadeiras, até mesmo das cobranças e desentendimentos, porque muitos deles nos fizeram nos sentirmos em casa, nos tranquilizavam dos vários tipos de problemas que tínhamos e REALMENTE, foram e são nossos amigos.

  Ainda acho que há muito para melhorar, estamos num nível que já possamos prestar um vestibular e passar (eu passei), mas muito vai do esforço daquele que realmente quer estar lá, porque muita matéria eu ainda não havia aprendido e corri atrás para aprender, tirando dúvidas com os professores, consultando a internet, os livros, jornais... E, confesso que desanimei por muita coisa que tive que correr, que parei um pouco e até achei que não fosse conseguir, mas, tudo que me foi ensinado eu consegui usar e obter esse resultado maravilhoso. Ainda acho que devia ter estudado mais, pois a gente sempre pode mais do que faz. Contudo, hoje já está bom dizer que estou saindo do Ildo Meneghetti para entrar na UFRGS!

“Somos responsáveis por aquilo que queremos, então, vamos buscar!”

Agradecimentos aos meus amigos que sabem quem são, professores não citados (Glaucia, Maria Vitória, Elaine, Lisane, Rosane, Cleo, Beth, Nara, Vera, Rubens) e Funcionários (Claudia, Darci, Ana Paula, Sandra, Ana Diva, Mana, Cilas, Leonice, Sérgio, Nara, Ana Maria, Rochele, Liege, Regina).

Esqueci de me viver

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  E eu me deixei novamente sem os encantos que me regia, transgredi bulhufas na própria verdade e dês-vivi o que sei quem sou. Esqueci, na esquina, o corpo baleado por encantos belos de um mundo sonhado e fui ogro, ou melhor, moleque. Deixei-me a vivência errônea de pensar como poucos e desfrutei da aptidão dos rasos. Perdi o tempo, esquecendo-me ao vento dos desassossegados e sofri o que me era uma perda, ou melhor, várias perdas.

  Esqueci minhas prioridades nos desejos e me quebrei em pedaços já lascados, me perdi. Deixei-me levar por nada, por condução alguma para lugar nenhum. Apenas esqueci-me de mim, de ti e de todos.





Desculpe blog, tu fazes parte de mim <3
Forgive me

Se estou pronto pra crescer?

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  Se estou pronto pra crescer? Já digo que cresci, que evolui nas bifurcações de sentimentos do peito e nos muitos sorrisos de dosagem melancólica estampados. Se estou pronto para virar um homem, antes de tudo já me digo que sou. Que já me fiz coisas tantas que um poderia fazer-se, além dos sonhos, objetivos e realidades transcorridas nesses anos todos de experiências esvoaçantes.

  É, talvez não me tenha o tempo de antes para me ser o mesmo vadio sonhador, mas irá melhorar sendo-me um ativo sonhador. Tenho certeza, pois agora – ainda mais do que antes – há a certa exigência intrínseca e a consequência mais grave de não se ser mais inocente. É, o menino cresceu amadurecendo-se cada vez mais num homem com a discriminação dos erros de outrora para que não vigorem mais no futuro.
  E se eu estou pronto pra crescer? Poh, isto é balela. Eu já cresci.



“Cada dia temos novos rabiscos, aprendizados, 
contos e memórias que nos fazem de algum modo crescer;  
mesmo que alguns se acovardem usando esta ferramenta poderosa da experiência...” 
O que não é o meu caso

New year, really?

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Um ano novo é três pontinhos... [...]

  O ano é novo e as piadas são as mesmas. O ano é novo e o sentimento permanece intacto. O ano é novo e o sorriso alegre do menino que há dezoito anos mais atrás estava sendo erroneamente concebido pelos pais, continua o mesmo com sua arcada a mostra a torto e a brilho belo. Ah, como é bom ser-se criança e não temer nada, como é bom ser inocente, mas, o tempo passa. E passa numa forma ríspida para alguns que nele se congelam, mas, deixa suas marcas nos rostos amadurecidos de cada hoje e de cada amanhã. As coisas passam... Contudo, não me é motivo para no tempo querer voltar, pois o amanhã sempre será o melhor lugar. O lugar que podemos escrever novas coisas e fazer aquilo que talvez quiséssemos fazer num momento já passado. Um lugar incerto que depende de nossos atos...

  O ano é novo, mas é repleto de antiguidades que nos fazem um molde para com nossa realidade. Sem citar que também é sinônimo de novas metas e utopias. Novos testes. Um ano novo, assim como os outros, é-se acolhedor de nossas melhores relíquias que são as lembranças e nele, devemos em cada dia despejar mais gotas de amor. Um ano novo não deixa de ser um velho em momento cada passado e não nos faz mais capazes que outrora – mesmo que nos amadurecemos com o passar dele – sempre seremos aquilo que buscarmos e quisermos ser.



Não fiquemos aguardando os grandes momentos,
pois cada momento é tão grande por si só.