Una carta de amor

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  Guardo-te mundos de romances percorridos em linhas bem-escritas, és-me algo maior que o fervor de paixonites adolescentes. Sucumbo em brandos latidos mudos de amar-lhe. Sei-me bem quem és tu pessoa desconhecida, admiro-lhe. Mas porque não vem a mim de vez?



                                                                        Where are you and who are you, 
                                                                               my loving?       

Lágrimas de saudade

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  Sonho dias a mim como que se realidade fosse moldada nesta comunicação. É o inconsciente que dói-me a saudade de algo bom e perpétuo. Torna-se o peso da realidade que a parte consciente sabe onde está, mas não sabe como chegar. O oco de sentir-se incompleto de forma não-mental, mas sim onipresente, estranha-me coisas jamais sentidas quando a solidão da noite chega. Da penumbra sou-me pensador de algo que só de pensar traz-me sensibilidade. A lágrima continua perante o breu, há vida – mas também – há choro. Sinto-me uma criança birrenta que chora por não obter o carrinho na loja, iludindo-se que é aquilo que precisa. De dores emocionais despido-me chorando, torna-se lembranças momentos bons quanto ruins. O paraíso sabido onde está é, obtém-se nuvens nas mãos. A procura completa na incompleta satisfação do oco dolorido e carregado, faz-se rotina vivida em dias comuns. As páginas preenchidas são e o choro continua em vão.



                                               Chorei antes de dormir, 
                                                  pensando que já se faz um ano sem a 
Pepe e praticamente, sem os dogs e o Dida. Release me.

Mudanças para 2012

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Olá,

  Com a mudança de ano resolvi mudar um pouco a interface do blog, como também apenas deixei os melhores textos do ano passado julgado por eu próprio. Bem, alguns textos eu achei tão ruins e com o sentido tão fulo e desmembrado que não quis deixá-los, acontece né. Por esta razão busco sempre a melhoria na escrita quanto no desenvolvimento de um texto e, isso torna-se um aprendizado para a minha pessoa. Então aguardem por novos textos e muito obrigado. O blog será quase uma espécie de diário virtual. Beijos.

Por um natal menos ordinário

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  Despe-se a falsa credulidade de que há uma existência divina. O podre pensar da celebração fútil do enriquecimento comercial, corrói-me o âmago ter que ouvir um feliz dia que no calendário não deveria existir. A balbúrdia completa-se com a alienação televisiva de que dia tal fora nascimento de um Deus, traça-se uma missa tosca na televisão, ao invés de fazerem real em mentes sociais o que realmente merece atenção, não é África?


Às pessoas que no Natal acreditam,     
                                                             A África manda um beijo. (:

Quem sou eu?

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  Sou o meu próprio refúgio: a mim, guardo meus piores e melhores segredos. Confio naqueles que depositam suas confianças em mim e, assim os julgo amigos. Sou feliz, escrevo, pratico karatê, sou romântico, sou normal. Não diferenciado dos outros por ser objetivo, não diferenciado dos outros por ser inclusivo. Mesmo que doa, por vezes ser algo que não queria ser, sou. Sou aquele que cuja o nome espera ser bem-dito, que sonha com seus momentos de glória onde por breves que forem, sejam batalhados. Sou o explorador dos meus meios, onde vou ao encontro de forças para lutar por aquilo que almejo. Sou o que sou, com as metas de um sonhador.